terça-feira, 14 de agosto de 2012

dia

·        8h 
·        Boas Vindas - vídeo replanejar - resumo das ações realizadas na escola 1º semestre
·        Dinâmica da caixa - Para quem você dá esta caixa e por quê?
·        Mensagem do espelho
·        Avaliação –     
·        vídeo                                                                    (artigo 41,  Parecer 67)

almoço
·        Dinâmica da dança
·        vídeo do Luckesi
·        Análise dos resultados do 1º semestre -                  ( Artigo 52, Parecer 67)
grupos
6º ano
7º ano
8º ano
8ª série
1ª s EM
2ª s EM
3ª s EM
Juliana Cristina,
Bianca,
 Renatinha

Márcia,
Faine,
Cristina
Elisabeth,
Maria Isabel,
Renata,
Juliana Maria,
Priscila,
Sandra,
Marilu, Milton,
Paulo, 
Nivaldo,
Simone,
Andrea,

Rubinho,
Júnior, Josmar,


1.responder questões propostas
                                                       
  (Da Promoção e da Recuperação Artigo 68, Parecer 67)
2. propostas para melhorar a aprendizagem -
     a) do professor
     b) da coordenação/direção

   
2º dia
·        “O problema não é meu”
·        Diagnóstico dos problemas escolares – discussão em grupo
  
 Grupo I
Grupo II
Grupo III
Grupo IV
Grupo V
Grupo VI
GrupoVI I
Sueli, Moisés, Eliana, Andrea,
Roberta, Rodrigo
Rogério, Cláudia, Fátima, Sileide, Marisa, Dani,
Elisabeth, Júnior, Josmar, Juliana Cristina, 
Juliana Maria, Márcia, Cristina,
Bianca
Maria Isabel, Marilu, Milton,
Renatinha
Nivaldo, Paulo, Priscila,
Faine,

Renata, Rubinho, Sandra, Simone,
Andrea,


·        grupos, diagnosticar  problemas apresentados na escola no 1º semestre 
cada grupo fez um levanatamento de todo os problemas existentes na escola;
Em seguida foi pedido a outros grupos que dessem as repostas ao problemas que foram apontados, de modo que cada grupo fi convidado a encontrar a resposta para a problema apontado pelo outro grupo.
Foi lançado o desafio
De quem é a responsabilidade?




O Replanejamento 2012 foi iniciado como uma calorosa recepção em uma das salas da escola onde todos foram reunidos para fazer um diagnóstico da escola, falar sobre avaliação, rendimento do 1º semestre, alunos com dificuldades, ações para o 2º semestre, entre outras coisas



 Para iniciar a discussão foi feita uma dinâmica. O Coordenador Gerson perguntou"O que é que tem na caixa?" Cada professor era chamado ao centro para dizer para quem daria a caixa, e por quê?
A dinâmica idealizada pela professora Juliana Alves possibilitou tornar o grupo sempre unido, e esta era intenção.

Das mãos de Josmar às mãos de Rubinho

 que emocionado justificou porque estava entregando a caixa a Vice-Diretora Beth
Junto à caixa também ia de mãos em mãos uma carga de emoção

De Beth para Márcia

De Márcia para Sileide

De Sileide para Fátima

De Fátima para Sueli

 De Sueli para Eliana
 E agora o momento poesia
Eliana, a "Cecília Meireles" da escola, fez uma bela declamação poética

De Eliana para Niva (o príncipe)

De Niva para Simone ( de burca)

 De Simone para Valéria



De Valéria para a Coordenara Ana Cláudia Brisola


De Ana para Elisabeth

De Elisabeth para Carol, Vice- Diretora da Escola da Família

Da Carol para Nilton

De Nilton para Andrea


De Andrea para Sandra

De Sandra para Renatinha

De Renatinha para Cris



 De Cris para Rodrigo, o "meninão"

 De Rodrigo para Renata Apolinário
De Renata para Andrea

De Andrea para Dani



De Dani para Bianca

De Bianca para Marilu



 De Marilu para Juliana Cristina

Encontro de Julianas

De Juliana Alves para Priscila

 De Priscila para Faine


De Faine para Júnior

De Júnior para Paulo


De Paulo para Juliana Maria


De Juliana para Rogério

De Rogério para Gerson
 
 que com a caixa de volta nas mãos entregou para Valéria dizendo que a caixa não deveria ficar com ela, mas apenas uma parte do que havia dentro.
Valéria entendeu o recado e todo mundo adoçou a boca com os bombons que havia na caixa


A Vice-Diretora Beth tinha mais um presente surpresa.
Quem recebesse a caneta premiada seria o ganhador

·        Mensagem do espelho - leitura do texto
TEXTO PARA REFLEXÃO: A Rainha e o Espelho
Adaptação do Conto Branca de Neve pela professora Clarilda Sousa-
Adaptado de utilization-Focused Londres, sage pub. 1997, Michel Quinn
Patton
_ Narrador – Era uma vez uma rainha que vivia em um grande castelo. Ela tinha uma varinha mágica que fazia as pessoas bonitas ou feias, alegres ou tristes, vitoriosas ou fracassadas. Como todas as rainhas, ela tinha um espelho
mágico. Um dia querendo avaliar sua beleza, também ela perguntou ao espelho.
_ Rainha – Espelho, espelho meu, existe alguém mais bonita do que eu?
_ ESPELHO- Minha rainha os tempos estão mudados. Esta não é uma resposta tão simples. Hoje em dia, para responder a sua pergunta eu preciso de alguns elementos
mais claros.
_ NARRADOR – atônita, a rainha não sabia o que dizer.
Só lhe ocorreu perguntar.
_ RAINHA – como assim?!
_ ESPELHO – veja bem.
_ NARRADOR – Respondeu o espelho
ESPELHO – em primeiro lugar, preciso saber por que vossa majestade fez essa pergunta, ou seja, o que pretende fazer com minha resposta. Pretende apenas levantar dados sobre ´seu ibope no castelo? Pretende examinar seu nível
de beleza, comparando com o de outras pessoas, ou sua avaliação visa ao desenvolvimento de sua própria beleza, sem nenhum critério externo? É uma avaliação considerando a norma ou critérios predeterminados? De toda forma, é preciso, ainda, que vossa majestade me diga se pretende fazer uma classificação dos resultados.
NARRADOR – e continuou o espelho:
_ ESPELHO – além disso, eu preciso que vossa majestade me defina com que bases devo fazer essa avaliação. Devo considerar o peso, a altura, a cor dos olhos, o conjunto?
Quem devo consultar para fazer essa análise? Por exemplo se consultar somente os moradores do castelo, vou ter uma resposta; por outro lado, se utilizar
parâmetros nacionais, poderei ter outra resposta. Entre a turma da copa ou mesmo entre os anões a Branca de Neve ganha estourado. Mas, se perguntar aos seus conselheiros, acha que minha rainha terá o primeiro lugar. Depois, ainda tem o seguinte.
NARRADOR – continuou o espelho:
_ ESPELHO – como vou fazer essa avaliação? Devo utilizar análises continuadas? Posso utilizar alguma prova para verificar o grau dessa beleza? Utilizo a observação?
_ NARRADOR- Finalmente concluiu o espelho:
_ ESPELHO – será que estou sendo justo? Tantos são os
pontos a considerar...”


Discussão sobre avaliação

Problematização: Função Social da Avaliação
_ Qual o papel da avaliação no processo ensino e aprendizagem?
_ O que consideramos na avaliação?
_ Quais os parâmetros utilizados?
_ O que se pretende com a avaliação?
_ O que embasa a avaliação?
_ Qual a concepção que temos sobre avaliação?
_ Por que avaliar?
_ Para que avaliar?
_ Como avaliar?
_ Quando avaliar?
Processo que determina até que ponto foram atingidos os objetivos educacionais;
_ Tem a função a função de alimentar, sustentar e orientar a intervenção pedagógica;
_ Estimula e valoriza as aprendizagens dos(as) educandos as);
_ Não se caracteriza por um acerto de contas ou penalização do fracasso mas pelo estímulo e valorização das expectativas atingidas.
Avaliação inicial
- instrumentaliza o(a) professor(a) para que possa pôr em prática seu planejamento de forma adequada;
- atende às características dos educandos(as);
- considera os conhecimentos prévios dos educandos sobre determinados conteúdos, para possibilitar ao(a) professor(a) estruturar seu planejamento;
- serve para gerar novos conhecimentos e para os(as) educandos(as) tomar consciência do que já conhece e compreende.
_ Pode ocorrer no início ano letivo, no início de novas abordagens ou sempre que for necessário.
Avaliação Formativa
- Acontece ao longo do processo, de forma contínua;
- Fornece dados para criar condições de melhoria de ensino e aprendizagens, considerando que o processo não foi concluído.
_ Acompanha o processo, considerando o contexto, a faixa etária e o desenvolvimento pessoal do(a) educado(a).
Avaliação somativa
- verifica o nível de aprendizagem e dos objetivos propostos;
- refere-se a classificação dos(as) educandos(as);
- Diz respeito aos aspectos: quando e para que se avalia.
Avaliação inclusiva
- as práticas são concebidas para promover, da melhor forma, o processo de ensino e de aprendizagem; - promove a inclusão e a participação de todos os(as) educandos(as).
Avaliação processual
- É a avaliação de processo, realizada ao longo do não letivo e permite a intervenção
pedagógica de modo a garantir o resultado da aprendizagem;
- Supõe análise, interpretação e criação de situações de intervenção pedagógica;
- Tem a função de retrolalimentar.

“ A avaliação tem um sentido amplo: além de “alimentar”, sustentar e orientar a intervenção pedagógica como parte integrante e intrínseca ao processo educativo,
envolve outros aspectos: sociabilidade, afetividade, postura, compromisso, integração, participação na expectativa da aprendizagem do(a) educando(a) e de sua transformação. No caso do ER essas observações podem ser efetuadas nas atitudes de reverência para com o outro, de respeito à alteridade e ao direito do outro de ser diferente, o desenvolvimento da capacidade de tolerância, assumindo sua identidade pessoal com segurança e
liberdade”.
Por que avaliar
_ A finalidade básica da avaliação é que sirva para intervir, para tomar decisões
educativas, para observar a evolução e o desenvolvimento dos(as) educandos(as),
para planejar e intervir ou modificar determinadas situações, relações ou práticas educativas.
Para que avaliar?
_ Para aprovar ou reprovar?
_ Direito e estimulo ao conhecimento e a formação.
Para que avaliar?
_ Conhecer os(as) educandos(as), considerando suas características e o
contexto extra-escolar;
_ Conhecer e potencializar a identidade dos educandos(as);
_ Conhecer e acompanhar o seu Desenvolvimento
Para que avaliar?
_ Verificar se houve aprendizagem e se é necessário retomar os conteúdos;
_ Saber se as estratégias de ensino estão sendo eficientes e modificá-las quando
necessário. Identificar os conhecimentos prévios dos(as) educandos(as), nas diferentes áreas do conhecimento e trabalhar a partir deles;
_ Identificar os avanços e encorajá-las a continuar construindo conhecimentos e desenvolvendo as capacidades;
_ Conhecer as dificuldades e planejar atividades que os ajudem a superá-las.
Quando avaliar?
_ A dinâmica da avaliação é processual e contínua.
Portanto não há interrupções, nem estabelecimentos de períodos com “data” marcada se considerarmos que a avaliação é uma constante em nossa prática pedagógica;
_ Ela é o termômetro para avaliar as práticas pedagógicas e aprendizagens dos(as) educandos(as);
_ Daí surge a necessidade de termos conteúdos significativos que conduzam a mudanças de práticas e a transformação dos(as) educandos(as).
Como avaliar
_ Observando;
_ Promovendo debates, seminários, trabalho em grupo e individual;
_ Estimulando a pesquisa para ampliar os conhecimentos;
_ Estabelecendo espaços de interlocução entre professor(a) e educandos(as).
_ Dentre outras possibilidades avaliação exige postura do(a) educador - um ato “ amoroso” como diz Luckesi.
_ Jamais deve ser um “acerto de conta” entre educador(a) e educando(a).
Como o professor poderá superar os desafios
pedagógicos
_ Avaliando sistematicamente o ensino e aprendizagem do(a) educando(a);
_ Avaliando suas práticas, inclusiva e não excludente;
_ Percebendo que a escola tem um papel
fundamental na formação dos(as) educandos(as), pois possibilita a promoção de aprendizagens e o sucesso e avanço escolar.
Olhares sobre a avaliação
“Ninguém escapa da avaliação e de suas conseqüências. Ela esta para nossa vida
assim como o ar que respiramos e o sol que nos ilumina. Em nossa vida tudo é
avaliável: o belo dia de sol, as manhãs tristonhas de inverno, os bens móveis e
imóveis e até mesmo a gente.” Junot C. Matos
Olhares sobre a avaliação
“ A avaliação deve verificar a aprendizagem não só a partir dos mínimos possíveis, mas a partir dos mínimos necessários” . Luckesi.
Olhares sobre a avaliação
_ A avaliação é parte integrante do processo de formação;
_ Possibilita diagnosticar lacunas a serem superadas;
_ Avalia-se não só o conhecimento adquirido,mas a
capacidade de acioná-lo e de buscar outros para realizar o que é proposto;
_ Os instrumentos de avaliação só cumprem com sua finalidade se puderem diagnosticar o uso funcional e contextualizado dos conhecimentos.
Não se presta a punir os que não alcançam o que se pretende, mas a ajudar cada
educando(a) a identificar melhor as suas necessidades de formação e empreender o
esforço necessário para realizar sua parcela de investimento para o seu próprio
desenvolvimento

parecer 67

Artigo 68 – Integram o corpo docente todos os professores da escola, que
exercerão suas funções, incumbindo-se de:
I - participar da elaboração da proposta pedagógica da escola;
II - elaborar e cumprir plano de trabalho;
III - zelar pela aprendizagem dos alunos;
IV - estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor
rendimento;
V - cumprir os dias letivos e carga horária de efetivo trabalho escolar,
além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação
e ao desenvolvimento profissional;
VI - colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias
e a comunidade.


Jussara Hoffman



Luckesy falando sobre avaliação
Da discussão sobre a avaliação foram dadas algumas perguntas para análise em grupo



     
Os grupos discutiram as questões e compartilharam as respostas

Pausa para almoço

Após o almoço, outra dinâmica feita por Juliana Alves, literalmente deixou todo mundo enroscado

os professores conseguirão 'desatar o nó'


Após o nós ter sido desatado, continuamos a discussão.

foi mostrado aos professores uma tabulação do resultado de todas as séries e turmas no 1º semestre.

  
Cada grupo deveria analisar uma série e ponderar sobre as questões dadas





Coordenadora Ana Cláudia




2º dia
De quem é o problema?

o vídeo serviu para iniciar a discussão.

 Contando mais uma vez com todos os setores da escola, os grupos foram convidados a apontar quais seriam os problemas existentes na escola

 Após isso, os Coordenadores Gerson de Oliveira e Ana Claudia Brisola recolheram as perguntas,e ao invés de eles responderem, deram as perguntas para outros grupos responderem
Foi interessante ver como um problema é visto sob olhar do outro e como ele enxerga a resposta.

Todo mundo foi sensibilizado a assumir a responsabilidade para 'apagar' os incêndio apontado



Vice- Diretora Beth e Gerente Administrativo Dani

"Entre mortos e feridos" a reunião foi bastante produtiva quanto ao diagnóstico escolar que envolveu discussão sobre avaliação, problemas da escola e ações para 2º semestre.
Parabéns a todos!


segunda-feira, 11 de junho de 2012

Parque Florestal Carlos Botelho visita a escola em Semana do Meio Ambiente

Na Semana do Meio Ambiente a EE Sadamita Ivassaki recebeu a visita do Parque Florestal Carlos Botelho.
Na ocasião, os monitores do PECB desenvolveram atividades que envolveram todos os estudantes e seus professores.
Nos dias  que antecederam a visita do parque, os monitores do parque João Carlos e Cláudia Frutuoso apresentaram a proposta de atividades a serem realizadas.
Os alunos foram reunidos no pátio da escola onde a equipe do parque se apresentou e falou da importância pelo zelo do meio ambiente. Em seguida falaram sobre como seria a dinâmica dos trabalhos que os alunos iriam desenvolver.
Três grupos foram formados:
O primeiro tinha como tema:   "O que fazer para salvar o planeta?". Os alunos tiveram que montar um comercial propondo uma solução contra a degradação do meio ambiente.
O segundo grupo tinha como tema: "Faça arte sem prejudicar o meio ambiente." Nesta atividade o grupo teve realizar trabalho artístico utilizando materiais recicláveis de seu meio com proposta de reutilizar tudo aquilo que é considerado lixo.
O terceiro grupo tinha como tema: "Cantando o Meio Ambiente. Nesta tarefa os alunos tiveram que escrever e compor uma melodia sobre a temática do meio ambiente tendo em mente que a música é um dos meios mais fáceis de difundir uma mensagem ao público em geral.
Terminadas as tarefas realizadas no pátio, aconteceu uma palestra com vídeo e, logo após, questões para debate onde os alunos participaram com seriedade.
As questões versaram sobre o uso da água, a energia e o consumo consciente.
O trabalho desenvolvido pelo PECB veio ao encontro do que está sendo discutido atualmente acerca do meio ambiente na Rio + 20.
O assunto, além de ser discutido nos fóruns, também tem que ser discutido nas escolas. É preciso acontecer uma mudança de hábitos, e o primeiro passo para isso é a conscientização de todos.
Os funcionários do parque estão de parabéns pois além de desempenhar suas funções, verdadeiramente abraçaram a "causa verde" com a ousadia e iniciativa de "levar o parque" o parque até a escola
Foi muito bom o trabalho dos palestrantes!
O PECB reforçou mais uma vez que o parque está de portas abertas para escola e para todos os visitantes que queiram conhecer a imensa riqueza que há aqui tão perto de nós.

A EE Sadamita Ivassaki mais uma vez parabeniza e agradece pela presença de todos.



os alunos reunidos no pátio





João Carlos Rodrigues Andrade, turismólogo e monitor do parque

Turismóloga e assistente técnica Cláudia Frutuoso, coordenadora do parque, falando aos alunos 

domingo, 3 de junho de 2012

Desbravadores Abaitinga

Caminhada de 8 km da EE "Sadamita Ivassaki" ao Parque Estadual "Carlos Botelho" - Ida + trilha na mata + volta. Clube de Desbravadores Abaitinga (10ª Região da AP) - São Miguel Arcanjo - SP

Escola da Família Sadamita promove evento em parceria com SENAR


Escola da Família Sadamita promove evento em parceria com SENAR

O Programa Escola da Família da E.E” Sadamita Ivassaki” em Parceria com SENAR de São Miguel Arcanjo e o Parque Estadual Carlos Botelho, desenvolveu no último dia 27/05/2012 ( Domingo ) a Ciranda de Esporte e Lazer Rural, a ação proposta é voltada diretamente para as comunidades rurais, contemplando o desenvolvimento de atividades de cultura, esporte e lazer com o enfoque em saúde, preservação ambiental, cultura de paz e integração / inclusão social.
Ações desenvolvidas: Ciclismo (50 pessoas), Caminhada (100 pessoas), Cavalgada(50 pessoas), Artesanato(50 pessoas) e Torneio de Futebol( 100 pessoas).
Foram atendidas 350 pessoas da Comunidade, abertura oficial foi às 9:00 com a presença do Prefeito Municipal, Vice- Presidente do SENAR, Equipe Gestão da Unidade Escolar, Professores, Monitores e Monitoras do APE.
Houve Café da Manhã e Almoço para todos participantes, as atividades foram desenvolvidas na Unidade Escolar          ( Futsal e Artesanato ), Caminhada, Cavalgada e Ciclismo até o Parque e retorno para escola

 




.
Agradecemos a todos envolvidos nesse projeto, o evento foi um sucesso, atingindo seus objetivos dentro das atividades propostas. O movimento dessas ações promoveu qualidade de vida e aumento do nível cultural e de valorização da saúde do homem do campo.                                        
                      

Gestão Escola da Família
E.E.”Sadamita Ivassaki”

abaixo, mais fotos do evento 


 Limpeza na Escola - Projeto Jardinagem !!! Moisés e Izaque
 Manutenção de Material para Projeto Senar 2012...
 Cavalgada !!!
 Denner- Voluntário de Música !!! Amanhã. Apresentação Senar 2012- Dupla Denner e Márcio



 Caminhada- Monitoras Juliana, Renata, Mila, Carol e Cris !!!

Público Projeto PEF e Senar !!!
 Painel- Programa Escola da Família- Sadamita !!!
 Pedalada até o Parque !!!
 Palestra Parque !!!


 Campeão e Vice- Campeão.. Parabéns a todossss !!! Gestão Sadamita !!!


 Inicio das Atividades...
Caminhada, Cavalgada, Ciclismo, Artesanato e Torneio de Futsal !!!
 Oficina de Fuxico - Flor

Almoço Comunitário- Ciranda de Esporte e Lazer Rural !!!

quinta-feira, 24 de maio de 2012


Bruno Fogaça, ex-jogador de futebol profissional, com passagens em times da Europa, dá palestra onde fala de sua experiência pessoal motivando os alunos ao estudo.
Através do Grêmio Estudantil "Liberdade de Expressão" , de Thiago Mi, da ONG Capital Juvenil,  e da Vice-Diretora Carol Machado, o ex- jogador esteve na escola onde foi muito aclamado pelos alunos que vibravam ao ver os gols do atleta pelo telão.


"Ética é o conteúdo da vida humana e obrigação de todos"
Com frases como estas, Thiago falou como a educação pode combater a pobreza. Exemplos como os de países pobres principalmente do continente africano permitem fazer uma clara analogia entre o grau de escolaridade e a pobreza absoluta.
Segundo Thiago, a situação no Brasil não é menos preocupante, há ainda o agravante do consumo de drogas entre os jovens. Seria falta de um sonho? De quem seria a responsabilidade pela construção de um mundo melhor?
Daí a importância do ser humano em ser sujeito, como disse Thiago, e não objeto dentro da história
"Não vemos a história passar, nós somos sujeito"
"Temos que parar de ver a história e passar a ser história"
Thiago ressaltou a importância de nossa ação social na construção da própria história
De acordo com ele, existem três fundamentos que precisamos caminhar para conseguir:
O  primeiro é obrigação debaixo de nossas palavras produzindo e desenvolvendo a vida humana com acesso aos bens comuns físicos, artísticos, civis, etc
O segundo é a participação de todos em tudo aquilo nos envolve, nas decisões que podem mudar nossas vidas;
O terceiro é 'Utopia Factível' que é o conjunto de todas as coisas possíveis. É preciso pensar estratégias para que o sonho seja possível.












Grêmio Estudantil "Liberdade de Expressão" 












Professor Nivaldo fez a mediação entre os alunos e o palestrante

Thiago Mi, do Capital Juvenil



Nossos agradecimentos a Thiago e Bruno Fogaça que estiveram na escola a pedido do grêmio estudantil